Distimia
A distimia é uma desordem psicológica caracterizada pela depressão crônica com leves sintomas, sendo que o principal deles é o
mau
humo
r. A
dif
eren
ça entre uma pessoa com distimia e uma depressiva é que o distímico continua a sua rotina, só que reclamando de todas as coisas, enquanto o de
pressi
vo se
firma
em loc
ais on
de possa ficar prostrado.
Entre os sintomas da desordem, pode-se destacar: irritabilidade, baixa auto-estima, desânimo, desmotivaçã
;o, pens
amento s
uicida,
agressiv
idade, p
erda ou amento do apetite, insônia, fadiga, desconcentração, autocrítica entre outros. Acredita-se que existem ligaç
ões
entre a d
istimia e
poss&iacut
e;veis des
equilíbrios em neurotransmissores do cérebro que trabalham diretamente com o humor.
Apesar de acometer cerca de 180 milhões de pessoas no mundo, o problema é pouco diagnosticado, pois as pessoas que a possui tendem a pensar que seus sintomas fazem parte de sua personalidade. Normalmente a desordem inicia-se na infância, apresentando características de criança briguenta, mal-humorada e isolada das demais.
A patologia é diagnosticada quando existem ao menos dois anos com sintomas. A tendência ao problema é maior em mulheres, nelas as chances dobram, fato que se justifica com a variação hormonal que ocorre no organismo feminino.
Ao confirmar o estado patológico, o tratamento deve ser feito com psicoterapias e antidepressivos num período prolongado para melhores efeitos. Apesar dos distímicos não gostarem de tomar remédios, esses são os melhores tratamentos.
Entre os sintomas da desordem, pode-se destacar: irritabilidade, baixa auto-estima, desânimo, desmotivaçã
Apesar de acometer cerca de 180 milhões de pessoas no mundo, o problema é pouco diagnosticado, pois as pessoas que a possui tendem a pensar que seus sintomas fazem parte de sua personalidade. Normalmente a desordem inicia-se na infância, apresentando características de criança briguenta, mal-humorada e isolada das demais.
A patologia é diagnosticada quando existem ao menos dois anos com sintomas. A tendência ao problema é maior em mulheres, nelas as chances dobram, fato que se justifica com a variação hormonal que ocorre no organismo feminino.
Ao confirmar o estado patológico, o tratamento deve ser feito com psicoterapias e antidepressivos num período prolongado para melhores efeitos. Apesar dos distímicos não gostarem de tomar remédios, esses são os melhores tratamentos.
Escrito
por: Gabriela Cabral
Escritor oficial Educação em Foco.