Ampliando noções acerca da redundância
Mediante nossa prática cotidiana enquanto interlocutores, muitas vezes proferimos ou até mesmo deparamo-nos com circunstâncias comunica
Estes, por sinal, se tornam
Conf
orme dito,
vá
rios s&ati
lde;o esses desvios. Sendo assim, o foco de nossa discussão direciona-se para um deles – por sinal bastante recorrente –, a redundância. Quando o pleonasmo abstém-se de seu caráter enfático, ele se transforma no que chamamos de redundância, cuja característica é, senão, a repetição desnecessária de uma ideia antes ressaltada, a qual configura um vício de linguagem. Situações relativas a “encarar de frente”, “elo de ligação”, “planejar antecipadamente” ilustram o assunto em questão, pois, mediante o atributo de únicas palavras (tais como elo, encarar e planejar), a elas infere-se toda uma noção do discurso ora proferido, dispensando assim qualquer tipo de complementação que porventura os acompanhe.
Com base nesses pressupostos, torna-se interessante que tenhamos uma noção um tanto quanto ampliada no que tange aos casos representativos, no sentido de evitarmos cometer este vício. Para tanto, sugere-se que analisemo-los:

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras